Entre as mais antigas divindades do Egito está Neith, uma deusa primordial cuja presença atravessa a história como símbolo de sabedoria, proteção e criação.
O “Ojo de Dios”, ou os Olhos de Deus é um antigo simbolo feito pelos índios Huichol do México e dos índios Aymara da Bolívia.
Enquanto pintava este quadro, senti com profunda delicadeza a presença do meu Anjo da Guarda.
Poucas plantas despertaram tanta curiosidade, fascínio e temor quanto a mandrágora.
Há símbolos que não foram criados apenas para serem contemplados. Eles nasceram para guardar uma oração, acompanhar uma passagem da vida e tornar visível aquilo que o coração deseja oferecer ao mundo. O Ojo de Dios, conhecido em português como Olho de Deus, é um desses símbolos.
Alguns mitos permanecem vivos porque não pertencem apenas ao passado. Eles atravessam o tempo, mudam de aparência e continuam narrando aquilo que acontece silenciosamente dentro da alma humana.
A história de Ariadne, Teseu e o Minotauro é uma dessas narrativas.
São Jerônimo, sincretizado na Umbanda com o Orixá Xangô, o senhor da vibração original ígnea, a vibração da justiça.
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